Quarta-feira, Dezembro 22, 2004
*
*!*
*!*
!***!
BOM **!** NATAL
!*****!
FELIZ ***!*** 2005
!*******!
I
I
I
---------
O CLUBE MARECHAL GOMES DA COSTA - M.G.C. - deseja especialmente a todos os clubes que competem nos Campeonatos Distritais de Amadores, demais agentes desportivos e amantes do futebol em geral, um FELIZ NATAL E UM NOVO ANO DE 2005 cheio de sucessos desportivos e pessoais.
---------
O CLUBE MARECHAL GOMES DA COSTA - M.G.C. - deseja especialmente a todos os clubes que competem nos Campeonatos Distritais de Amadores, demais agentes desportivos e amantes do futebol em geral, um FELIZ NATAL E UM NOVO ANO DE 2005 cheio de sucessos desportivos e pessoais.
---------
++++++
++++++
Relativamente aos Troféus em jogo ( Arma Secreta, Contra-Relógio e Mete-a lá dentro ), os mesmos poderão passar a ser consultados no Site Oficial do M.G.C. e na página respectiva, a saber: http://mgc65.no.sapo.pt/Estatisticas_Diversas.htm
++++++
++++++
12a. JORNADA - 18DEZ2004 - 15H00
Campo Rui Navega (Desportivo de Portugal)
Campo Rui Navega (Desportivo de Portugal)
Campanhã - Porto
S. VÍTOR - MARECHAL GOMES DA COSTA
Resultado Final : 3 - 1
S. VÍTOR - MARECHAL GOMES DA COSTA
Resultado Final : 3 - 1
---
No aproveitar é que está o ganho ...
Arbitragem excelente tendo estado à altura das duas equipas em confronto não interferindo no resultado com qualquer das suas decisões. O aspecto disciplinar deve ser aqui relevado porque as duas equipas só se preocuparam em jogar futebol e deixaram as quezílias o que simplificou o trabalho do árbitro e tornou o espectáculo muito mais agradável de seguir.
Tanto o S. Vítor como o M.G.C. entraram em campo com a disposição firme de efectuar um bom jogo de futebol e com a ideia fixa nos três pontos; foi mais feliz a equipa campeã em título até porque se colocou na posição de vencedora ainda não iam decorridos dois minutos e não havia supremacia que justificasse o acontecido. Mas o futebol é isto mesmo: o aproveitar os erros do adversário. A nossa equipa continuou serena e fez o que lhe competia: começou a ameaçar a área contrária e só a grande classe do guarda-redes Bruno obstou a que o M.G.C. chegasse ao empate efectuando duas defesas extraordinárias quando a bola levava selo de golo. Mas o S. Vítor e muito inteligentemente, aguentava os golpes e sempre que podia lançava perigosos contra-ataques ( a arma predilecta desta equipa ); foi numa destas ocasiões e por volta dos 25 minutos que fez o segundo golo, com uma execução soberba a deixar o nosso guarda-redes impotente face à colocação e à violência com que o remate cruzado da direita foi efectuado. Um golo daqueles que é raro e para figurar nos livros dos golos de se lhe tirar o chapéu. E assim se chegou ao intervalo com o resultado em 2-0 para a equipa da casa.
Para a segunda parte o M.G.C. reforçou as suas pretensões atacantes com a entrada de um avançado por troca com um defesa. E foi com esta disposição que a equipa visitante lá foi tentando reduzir a diferença no marcador. Oportunidades não faltaram e exemplo disso foram as duas bolas que bateram nos postes da baliza contrária já sem falar de outras em que o mais fácil teria sido fazer golo; mas por isto ou por aquilo ( guarda-redes incluído ), a bola teimava em não entrar. E o S. Vítor não se faz rogado: à primeira ou segunda vez que conseguiu lançar outro venenoso contra-ataque chegou ao 3-0 numa jogada em que se combinaram a simplicidade e a eficácia; bola nas costas da defensiva vermelha, a rapidez do avançado, a ultrapassagem ao guarda-redes e o chuto para a baliza deserta. Simples e eficaz. Algo duvidoso do local onde nos encontramos porque há um jogador que na linha de golo confirma o remate do colega aparentemente já em fora de jogo. Estavam decorridos 22 minutos da segunda parte e com isto nova substituição no M.G.C.: a entrada de mais um avançado por troca com um médio, mais gente na área adversária, mais livres contra o S. Vítor e finalmente o 3-1 já quando passava o minuto 35 num outro golo muito bonito e muito semelhante ao primeiro do S. Vítor só que do lado contrário, da autoria de Rui Alexandre. Nesta fase já a equipa da casa fazia pela vida, defendendo a sua baliza a sete chaves e atirando bolas para a frente na expectativa de poder surpreender as linhas atrasadas do M.G.C.
O fim do jogo chegou e em resumo pode-se dizer que a derrota se aceita uma vez que os jogos se ganham com golos muito embora a diferença mínima trouxesse mais justiça por aquilo que o M.G.C. fez durante o jogo nunca abdicando de discutir o resultado e tendo em algumas fases do jogo encostado o adversário e obrigando-o a jogar feio para suster as investidas que ia fazendo.
A equipa alinhou: Tó Mané(3); Carvalho(3), Barros(3), Bento(3) e Flores(3); Miguel(3), Paulo(3) e Xé(3); Rico(3), Xico(3) e Tenreiro(3).
Substituições: Carvalho por Rui(4) e Paulo por Leitão(2).
Suplentes não utilizados: Afonso Cabral, Canedo e Freitas.
Golos: Rui.
Cartões vermelhos: Não houve.
Arbitragem excelente tendo estado à altura das duas equipas em confronto não interferindo no resultado com qualquer das suas decisões. O aspecto disciplinar deve ser aqui relevado porque as duas equipas só se preocuparam em jogar futebol e deixaram as quezílias o que simplificou o trabalho do árbitro e tornou o espectáculo muito mais agradável de seguir.
Tanto o S. Vítor como o M.G.C. entraram em campo com a disposição firme de efectuar um bom jogo de futebol e com a ideia fixa nos três pontos; foi mais feliz a equipa campeã em título até porque se colocou na posição de vencedora ainda não iam decorridos dois minutos e não havia supremacia que justificasse o acontecido. Mas o futebol é isto mesmo: o aproveitar os erros do adversário. A nossa equipa continuou serena e fez o que lhe competia: começou a ameaçar a área contrária e só a grande classe do guarda-redes Bruno obstou a que o M.G.C. chegasse ao empate efectuando duas defesas extraordinárias quando a bola levava selo de golo. Mas o S. Vítor e muito inteligentemente, aguentava os golpes e sempre que podia lançava perigosos contra-ataques ( a arma predilecta desta equipa ); foi numa destas ocasiões e por volta dos 25 minutos que fez o segundo golo, com uma execução soberba a deixar o nosso guarda-redes impotente face à colocação e à violência com que o remate cruzado da direita foi efectuado. Um golo daqueles que é raro e para figurar nos livros dos golos de se lhe tirar o chapéu. E assim se chegou ao intervalo com o resultado em 2-0 para a equipa da casa.
Para a segunda parte o M.G.C. reforçou as suas pretensões atacantes com a entrada de um avançado por troca com um defesa. E foi com esta disposição que a equipa visitante lá foi tentando reduzir a diferença no marcador. Oportunidades não faltaram e exemplo disso foram as duas bolas que bateram nos postes da baliza contrária já sem falar de outras em que o mais fácil teria sido fazer golo; mas por isto ou por aquilo ( guarda-redes incluído ), a bola teimava em não entrar. E o S. Vítor não se faz rogado: à primeira ou segunda vez que conseguiu lançar outro venenoso contra-ataque chegou ao 3-0 numa jogada em que se combinaram a simplicidade e a eficácia; bola nas costas da defensiva vermelha, a rapidez do avançado, a ultrapassagem ao guarda-redes e o chuto para a baliza deserta. Simples e eficaz. Algo duvidoso do local onde nos encontramos porque há um jogador que na linha de golo confirma o remate do colega aparentemente já em fora de jogo. Estavam decorridos 22 minutos da segunda parte e com isto nova substituição no M.G.C.: a entrada de mais um avançado por troca com um médio, mais gente na área adversária, mais livres contra o S. Vítor e finalmente o 3-1 já quando passava o minuto 35 num outro golo muito bonito e muito semelhante ao primeiro do S. Vítor só que do lado contrário, da autoria de Rui Alexandre. Nesta fase já a equipa da casa fazia pela vida, defendendo a sua baliza a sete chaves e atirando bolas para a frente na expectativa de poder surpreender as linhas atrasadas do M.G.C.
O fim do jogo chegou e em resumo pode-se dizer que a derrota se aceita uma vez que os jogos se ganham com golos muito embora a diferença mínima trouxesse mais justiça por aquilo que o M.G.C. fez durante o jogo nunca abdicando de discutir o resultado e tendo em algumas fases do jogo encostado o adversário e obrigando-o a jogar feio para suster as investidas que ia fazendo.
A equipa alinhou: Tó Mané(3); Carvalho(3), Barros(3), Bento(3) e Flores(3); Miguel(3), Paulo(3) e Xé(3); Rico(3), Xico(3) e Tenreiro(3).
Substituições: Carvalho por Rui(4) e Paulo por Leitão(2).
Suplentes não utilizados: Afonso Cabral, Canedo e Freitas.
Golos: Rui.
Cartões vermelhos: Não houve.
A crónica acima pode ser lida também no site oficial do M.G.C. - http://mgc65.no.sapo.pt - ou especificamente na página respectiva - http://mgc65.no.sapo.pt/OJogoDaJornada.htm -.
---
++++++
Sexta-feira, Dezembro 10, 2004
++++++
Uma vez que chegamos à 10ª jornada, é altura de se fazer uma passagem sobre os diversos troféus e ver como param as modas. Assim temos:
++++++
TROFÉU "METE-A LÁ DENTRO"
-----------------------------------
1º Rui Alex 4 golos
2º Titá e Xico 2 golos
------
Seguem-se 7 ( sete ) jogadores com 1 golo cada a saber: N.N.-Airães(pb), Guerra, Leitão, Luís Diogo, Marco, Rico e Tenreiro.
++++++
TROFÉU "CONTRA-RELÓGIO"
---------------------------------
1º Barros 830 min
2º Flores 800 min
3º Paulo 707 min
4º Afonso C. 702 min
5º Marco 687 min
6º Rui Alex 608 min
7º Amadeu 600 min
8º Bernardo 575 min
9º Luís Diogo 528 min
10º Titá 518 min
++++++
TROFÉU "ARMA SECRETA"
------------------------------
1º Barros 31 pts
2º Flores 28 pts
3º Paulo 26 pts
4º Marco 25 pts
5º Afonso C 23 pts
6º Titá 22 pts
7º Amadeu
8º Bernardo L
9º Rui Alex
10º Tenreiro
11º Xico 19 pts
++++++
E por agora é tudo. Esperamos que o comportamento da equipa se mantenha porque só assim seremos melhores. E o nosso lema é "Melhor Futebol nos Amadores". Raça, raça, raça !!!
++++++
++++++
Concentração: No campo acima indicado às 13H30. O cumprimento dos horários é fundamental.
Convocados: Oportunamente divulgaremos.
12a. JORNADA - 18DEZ2004 - 15H00
S.VíTOR - MARECHAL GOMES DA COSTA
Campo Ruy Navega ( Desportivo Portugal )
Campanhã - Porto
Campo Ruy Navega ( Desportivo Portugal )
Campanhã - Porto
------
------
------
++++++
Segunda-feira, Dezembro 06, 2004
++++++
FOLGA
------
Face ao calendário e por desistência do Figueiró de Santiago, este fim-de-semana descansaremos voltando a jogar no próximo dia 18 de Dezembro com o S. Vítor. Atempadamente daremos mais informações sobre este jogo.
------
++++++
++++++
10a. JORNADA - 04DEZ2004 - 15H00
Campo Queiroz Sobrinho ( Progresso )
Amial - Porto
Amial - Porto
FONTE DA MOURA - MARECHAL GOMES DA COSTA
Resultado Final : 0 - 1
------
Bom jogo de futebol com tudo aquilo que se pretende sejam os condimentos necessários: uma equipa de arbitragem sem reparos a fazer muito bem aquela que é a sua missão, ajuízar correctamente os lances sem interferir no resultado nem no estado de espírito dos jogadores. Duas equipas a lutarem palmo a palmo pelo melhor desempenho, a baterem-se com galhardia, com virilidade, sem violência, sem atritos. E para emoldurar este quadro, uma assistência de aproximadamente 500 pessoas a fazer inveja a muitos jogos dos nossos campeonatos distritais.
Houve um senão: a lesão do guarda-redes Paulo, do Fonte da Moura, que num lance fortuito e na pressa de repor uma bola em jogo, se lesionou num tornozelo tendo que abandonar o terreno em maca e sendo transportado para a unidade hospitalar mais próxima. Em nome da direcção, técnicos e atletas do Marechal Gomes da Costa, deixamos aqui os nossos votos de rápidas melhoras e que a recuperação seja breve a fim de podermos ver este colega rapidamente de volta aos campos para ajudar o Fonte da Moura nos objectivos a que se propôs para esta época.
Quanto ao jogo propriamente dito, começou repartido com as equipas a procurarem impor-se uma à outra. O equilíbrio foi uma constante durante os primeiros minutos e só aos 15 apareceu a primeira grande oportunidade: na marcação de um pontapé de canto e após tentativa gorada da equipa adversária de aliviar, a bola cai na marca de grande-penalidade e Guerra fuzila autenticamente o desamparado guarda-redes do Fonte da Moura; estava assim feito o primeiro e que viria a ser o único golo da partida. O MGC sentiu o golo pela positiva, começou a delinear melhor o seu jogo e com o adiantamento da equipa contrária na procura do golo do empate, viu surgirem mais duas ou três grandes ocasiões para aumentar o score, o que não conseguiu concretizar fruto da oposição eficaz quer do guarda-redes quer do central adversário. Aos 40 minutos aconteceu o lance de infortúnio do guarda-redes a que acima fizemos alusão e entretanto o intervalo chegou com o resultado em 0-1. A segunda metade foi aquilo que se esperava: o Fonte da Moura rectificou posições, fez uma substituição e apresentou-se determinado a virar o rumo dos acontecimentos. Ao longo de toda a segunda parte foi tentando abeirar-se da área do MGC, o que ia conseguindo mas nunca criando verdadeiro perigo face ao acerto da defesa e do meio-campo da nossa equipa que protegia de forma eficaz o guarda-redes, o qual quase se limitava a recolher as bolas que sobravam. A pressão foi-se acentuando ao longo dos minutos, não sem que o MGC em lances de bola parada também importunasse e de que maneira o guarda-redes adversário ao ponto de este ter feito a defesa da tarde na cobrança de um livre e que um seu defesa ao tentar aliviar ia introduzindo na própria baliza. Já muito perto do fim, o Fonte da Moura assustou o último reduto do MGC num pontapé fortíssimo de fora da área que rasou a parte superior da trave da nossa baliza. Os últimos minutos foram de grande intensidade porque os lançamentos para a área sucediam-se e o mais pequeno falhanço poderia ser fatal. Conseguimos aguentar e ver o árbitro apitar para o fim de partida com alívio e grande satisfação. Satisfação pelo bom jogo que fizemos e também por ter sido contra uma grande equipa: o Fonte da Moura bem orientado, bem mecanizado e com este futebol bonito que pratica, estamos certos que será e por mérito próprio um dos candidatos à discussão do título deste campeonato. Satisfação também por vermos a equipa jogar, lutar sem virar a cara, com raça, com querer, com identidade própria, sem baixar os braços nas adversidades, ou seja, a portar-se como uma verdadeira equipa, aquilo que na realidade se pretende como objectivo imediato.
A equipa alinhou: Tó Mané(4); Carvalho(4), Barros(4), Bernardo(4) e Flores(4); Paulo(3), Guerra(5), Diogo(3) e Xé(3); Rico(4) eTenreiro(3).
Substituições: Paulo por Miguel(3), Tenreiro por Luís Leitão(3) e Rico por Freitas(3).
Suplentes não utilizados: Afonso Cabral e Amadeu.
Golos: Guerra.
Cartões vermelhos: Não houve.
------
++++++
Segunda-feira, Novembro 29, 2004
++++++
Concentração: No campo acima indicado às 13H30. O cumprimento dos horários é fundamental.
------
Convocados: Oportunamente divulgaremos.
10a. JORNADA - 04DEZ2004 - 15H00
FONTE DA MOURA - MARECHAL GOMES DA COSTA
FONTE DA MOURA - MARECHAL GOMES DA COSTA
Campo Queiroz Sobrinho ( Progresso )
Amial - Porto
------
------
Concentração: No campo acima indicado às 13H30. O cumprimento dos horários é fundamental.
------
Convocados: Oportunamente divulgaremos.
------
++++++
++++++
------
9a. JORNADA - 27NOV2004 - 15H00
Parque Desportivo das Salinas
Parque Desportivo das Salinas
Aldeia Nova - Perafita
MARECHAL GOMES DA COSTA - VÁRZEA
Resultado Final : 1 - 1
MARECHAL GOMES DA COSTA - VÁRZEA
Resultado Final : 1 - 1
------
Que dizer e por onde começar quando tudo foi tão mau ...
O único proveito deste jogo foi um precioso ponto que poderá ser fundamental em situações futuras. E como o campeonato se resolve aos pontos a ver vamos ...
Arbitragem dentro de parâmetros aceitáveis não tendo sido por esse lado que algo correu menos bem. O adversário, que já nos habituou a apresentar boas equipas, lutadoras, com espírito de conquista, também não deixou os seus créditos por mãos alheias dificultando e de que maneira o nosso objectivo de ganhar e se possível convencer.
O jogo foi tremendamente disputado. E até começou da melhor maneira para as nossas cores: 3 minutos jogados e na sequência de um livre directo o M.G.C. passou para a frente do marcador; este golo foi de certo modo um laxante para a equipa, que durante aproximadamente 15 minutos tomou conta do jogo, teve alguns pormenores que a aproximaram dos melhores momentos desta época, mas foi sol de pouca dura. Inexplicavelmente ou não, começaram a aparecer indícios de alguma instabilidade, a equipa forasteira apercebeu-se de que algo girava menos bem e vai daí gradualmente foi tomando conta do jogo quer física, quer técnica, quer mesmo territorialmente. O M.G.C. era uma sombra daquela equipa que nos tem presenteado com bons espectáculos, que empurra o adversário face às adversidades, que luta pelo resultado durante os 90 minutos e que pelo menos deixa ficar a pele em campo. Com cada um a jogar para seu lado, aquilo que devia ser um trabalho de equipa era um deus dará, um sufoco, o adversário a martelar consecutivamente a nossa área e não fora a extraordinária exibição do guarda-redes Tó Mané o resultado seria outro concerteza e inteiramente justo para a equipa de Felgueiras que tudo fez para sair daqui com mais do que um ponto. A sorte ainda assim foi-nos protegendo até que não conseguiu evitar que tivessemos garantido o empate ao Várzea a cinco minutos do fim num penalty muito mais oferecido do que conquistado.
É verdade que muitas vezes no melhor pano cai a nódoa mas é importante, urgente e imperioso que repensemos a nossa maneira de ser, de agir, de interagir, de sabermos estar e fundamentalmente de nos comportarmos como uma equipa que pretendemos ser. Há atitudes que infelizmente e porque são altamente gravosas e danosas podem comprometer todo um trabalho idealizado, toda uma estratégia. Não é com sentimentos de frustração, com atitudes menos próprias, eu diria mesmo com pieguices, que se fortalece o grupo, que se dá o exemplo a todos aqueles que acabam de chegar.
O M.G.C. não é de ninguém mas é de todos; no entanto convém também frisar que isto não é propriamente uma "república" onde toda a gente dita leis e onde os mais velhos se arvoram numa constante ameaça para os caloiros. Queremos ser exemplo de convívio salutar e não queremos de todo que nos confundam com A, B ou C.
Tudo isto é um clube com 40 anos de existência onde as pessoas têm de saber estar em sociedade, saber acatar as decisões de quem tem a difícil missão de agradar a gregos e a troianos e muito especialmente respeitar colegas e amigos, quer eles sejam directores, treinadores, massagistas ou jogadores. A maturidade, a honestidade mental e até a própria amizade são fruto e reflexo de tudo isto; se queremos ser respeitados, se queremos ser reconhecidos, se queremos servir de exemplo aos vindouros, temos de ser "crescidos" em tudo na vida. No futebol e a este nível, a excepção aos padrões normais tem de ser imediatamente corrigida sob pena de não conseguirmos controlar tudo aquilo que gira à nossa volta.
Muito pouco futebol, muita cabeça quente, muita controvérsia, muito diz que disse são tudo aquilo que nós não queremos e de forma muito veemente repudiamos.
A equipa alinhou: Tó Mané(3); Carvalho(3), Barros(3), Bento(3) e Amadeu(3); Miguel(1), Diogo(4) e Flores(3); Pedro Brito(2), Rui Alexandre(2) e Luís Leitão(2).
Substituições: Luís Leitão por Marco(2), Carvalho por Paulo(2) e Miguel por Rico(2).
Suplentes não utilizados: Afonso Cabral, Canedo, Xé e Rui Freitas.
Golos: Diogo.
Cartões vermelhos: Rui Alexandre ( por acumulação de amarelos ).
------
++++++
Terça-feira, Novembro 23, 2004
++++++
------
Convocados: Afonso Cabral, Amadeu Anjos, André Gonçalves ( Xé ), António Manuel Teixeira ( Tó Mané ), Bernardo Carvalho, Bernardo Flores, Luís Diogo Campos, Luís Leitão, Marco Ribeiro, Miguel Bento, Miguel Ribeiro, Paulo Gomes, Pedro Barros, Pedro Brito, Pedro Canedo, Ricardo Iglésias, Rui Freitas e Rui Alexandre Martins.
9a. JORNADA - 27NOV2004 - 15H00
MARECHAL GOMES DA COSTA - A.D. VÁRZEA
Parque das Salinas
Aldeia Nova - Perafita
Parque das Salinas
Aldeia Nova - Perafita
------
Concentração: No campo acima indicado às 13H30. O cumprimento dos horários é fundamental.
------
Convocados: Afonso Cabral, Amadeu Anjos, André Gonçalves ( Xé ), António Manuel Teixeira ( Tó Mané ), Bernardo Carvalho, Bernardo Flores, Luís Diogo Campos, Luís Leitão, Marco Ribeiro, Miguel Bento, Miguel Ribeiro, Paulo Gomes, Pedro Barros, Pedro Brito, Pedro Canedo, Ricardo Iglésias, Rui Freitas e Rui Alexandre Martins.
------
++++++
++++++
8a. JORNADA - 20NOV2004 - 15H00
Campo dos Escravos
Lustosa - Lousada
Lustosa - Lousada
LUSTOSA - MARECHAL GOMES DA COSTA
Resultado Final : 2 - 0
------
Foi uma tarde aziaga pelos mais variados motivos. Esta deslocação a Lustosa por imperativos do calendário tinha que ser feita mas nem sempre as coisas correm de feição.
Em primeiro lugar apraz-nos registar e para que não restem dúvidas sobre qualquer pensamento menos sério, encontramos uma arbitragem séria e de muita boa categoria. Parabéns à equipa de arbitragem. Parabéns também à equipa de Lustosa pela forma briosa como se bateu, por aquilo que jogou e pelas muitas potencialidades que aquela equipa parece ter nada condizente com o lugar que ocupava na tabela classificativa ( último !!! ).
Este foi o nosso primeiro contratempo: a produção acima do normal da equipa da casa, muito embora condicionada por aquilo que o M.G.C. deixou fazer ou por aquilo que foi incapaz de fazer; mérito de uns ou demérito de outros? Fica a interrogação ao sabor de cada um.
O M.G.C. foi uma equipa que nunca conseguiu pôr em prática o seu potencial; a bola raramente esteve no solo, andou muitas vezes pelo ar, o jogar de pé para pé foi quase sempre impraticável, umas vezes pela pressão constante da equipa contrária, outras ainda porque se largava a bola tarde demais. Durante a primeira metade as oportunidades escassearam e a bem dizer de golo iminente nem uma. Lutou-se muito, as defesas suplantaram os ataques em eficácia, daí que os dois meios-campos foram os dínamos da corrente que o jogo ia tendo. Pouco mais se pode dizer em relação à primeira parte.
No que respeita ao segundo tempo, aconteceu de tudo. Por volta dos 15 minutos, Pedro Barros que até aí tinha comandado de forma suprema a defesa vermelha, lesiona-se e inexplicavelmente algo treme na estrutura. O adversário apercebe-se e começa a criar os primeiros embaraços ao último reduto do M.G.C. Por isso não espanta o que sucedeu cerca dos 30 minutos. Jogada iniciada pela ala direita do ataque da equipa da casa, um adversário corre em direcção à nossa área com um defesa à ilharga e de forma quiçá precipitada Afonso sai da baliza em direcção ao opositor que ao ver a baliza escancarada atirou de forma a abrir o activo. Na tentativa frustrada de inverter o rumo dos acontecimentos, esbarrou com o poste direito da sua baliza tendo sofrido escoriações várias que o levaram ao Hospital de Penafiel. Tudo não passou de um susto e algumas nódoas negras mas isto são os ossos do ofício. Resultante: Afonso teve de ser substituído por Tó Mané na baliza do M.G.C.
Quem não se importou muito com tudo isto foi a equipa de Lustosa: apercebeu-se de alguma desorientação e continuou a carregar em direcção à nossa baliza. E é desta forma que se conseguem resultados: primeiro foi um penalty ( sem qualquer dúvida ) que na sua marcação esbarrou no poste esquerdo de Tó Mané ainda meio combalido pela forma e pelo momento em que teve de tomar conta das redes; mas como nestas coisas o ditado "tantas vezes vai o cântaro à fonte ... " faz todo o sentido, a cinco minutos do final e já reduzidos a 10 por expulsão do nosso defesa-central Bernardo ( acumulação de faltas leves ), sofremos o segundo golo aí sim a machadada final nas nossas aspirações se é que, com a exibição conseguida pudessemos almejar a algo mais.
Preocupante neste fim-de-semana foi o ar mais ou menos abúlico com que a equipa a partir de determinada altura aceitou a superioridade do adversário; sintoma de que as coisas não corriam bem e sentiam-se incapazes de as mudar. Alguns reparos: o ataque produziu muito pouco, o meio-campo foi francamente inferior ao adversário e a defesa foi o sector menos mau; os sectores estiveram muito longe uns dos outros o que deu espaços para o adversário embalar. E pronto, uma tarde menos boa qualquer equipa tem, vamos é aprender com estas vicissitudes a forma de as contrariar na próxima vez que aconteçam. E o próximo adversário não vai ser pêra fácil como parece que nenhum o será. Atitude, porque futebol nós temos.
------
A equipa alinhou: Afonso Cabral(2); Canedo(2), Barros(3), Bernardo(2) e Flores(2); Marco(2), Paulo(3), Rico(2) e Xé(3); Titá(2) e Rui(2).
Substituições: Barros por Bento(2), Afonso Cabral por Tó Mané(2) e Canedo por Xico(2).
Suplentes não utilizados: Amadeu, Afonso Figueiredo, Leitão e Rui Tenreiro.
Golos: Não houve.
Cartões vermelhos: Bernardo ( por acumulação de amarelos ).
------
++++++
Terça-feira, Novembro 16, 2004
++++++
------
Seguem-se cinco jogadores com 1 (um) golo cada: N.N.-Airães(pb), Luís Leitão, Marco, Rico e Tenreiro.
Estamos a "metê-la lá dentro" a um ritmo próprio para gente de meia-idade. Vamos "metê-la lá dentro" com uma cadência própria de jovens da vossa idade. Força malta.
"TROFÉU "METE-A LÁ DENTRO"
-----------------------------------
1º - Rui Alexandre 4 golos
2º - Titá 2 golos
2º - Xico 2 golos
-----------------------------------
1º - Rui Alexandre 4 golos
2º - Titá 2 golos
2º - Xico 2 golos
------
Seguem-se cinco jogadores com 1 (um) golo cada: N.N.-Airães(pb), Luís Leitão, Marco, Rico e Tenreiro.
------
Estamos a "metê-la lá dentro" a um ritmo próprio para gente de meia-idade. Vamos "metê-la lá dentro" com uma cadência própria de jovens da vossa idade. Força malta.
++++++
++++++
TROFÉU "CONTRA-RELÓGIO"
--------------------------------
1º - Afonso Cabral 630 min.
2º - Barros 600 min.
3º - Marco 570 min.
4º - Paulo 540 min.
5º - Bernardo Flores 530 min.
6º - Amadeu 510 min.
7º - Rui Alex 433 min.
8º - Xico 430 min.
9º - Titá 428 min.
10º - Bernardo Leal 405 min
--------------------------------
1º - Afonso Cabral 630 min.
2º - Barros 600 min.
3º - Marco 570 min.
4º - Paulo 540 min.
5º - Bernardo Flores 530 min.
6º - Amadeu 510 min.
7º - Rui Alex 433 min.
8º - Xico 430 min.
9º - Titá 428 min.
10º - Bernardo Leal 405 min
------
Estes resultados dizem respeito ao tempo jogado até à 7ª jornada inclusivé.
++++++
++++++
"TROFÉU "ARMA-SECRETA"
------------------------------
1º - Afonso Cabral 21 pts
2º - Barros 21 pts
3º - Marco 21 pts
4º - Titá 20 pts
5º - Flores 19 pts
6º - Paulo 18 pts
7º - Xico 17 pts
8º - Amadeu 16 pts
9º - Tenreiro 16 pts
10º - Rui Alex 15 pts
------------------------------
1º - Afonso Cabral 21 pts
2º - Barros 21 pts
3º - Marco 21 pts
4º - Titá 20 pts
5º - Flores 19 pts
6º - Paulo 18 pts
7º - Xico 17 pts
8º - Amadeu 16 pts
9º - Tenreiro 16 pts
10º - Rui Alex 15 pts
------
Resultados até à 7ª jornada. Como se pode ver a luta está renhida e só seis pontos separam o primeiro do décimo classificado.
------
++++++
Segunda-feira, Novembro 15, 2004
++++++
Concentração: No Café Corcel às 12H15. A camioneta parte às 12H30. Não te atrases. O cumprimento dos horários é fundamental.
Convocados: Afonso Cabral, Amadeu Anjos, André Gonçalves, António Manuel Teixeira ( Tó Mané ), Artur Jorge Machado ( Titá ), Bernardo Flores, Bernardo Leal, Francisco Antunes ( Xico ), Luís Leitão, Marco Ribeiro, Miguel Bento, Paulo Gomes, Pedro Barros, Pedro Canedo, Ricardo Iglésias ( Rico ), Rui Freitas, Rui Alexandre Martins e Rui Tenreiro.
8a. JORNADA - 20NOV2004 - 15H00
C.C.R. LUSTOSA - MARECHAL GOMES DA COSTA
C.C.R. LUSTOSA - MARECHAL GOMES DA COSTA
Campo dos Escravos
Lustosa - Lousada
------
------
Concentração: No Café Corcel às 12H15. A camioneta parte às 12H30. Não te atrases. O cumprimento dos horários é fundamental.
------
Convocados: Afonso Cabral, Amadeu Anjos, André Gonçalves, António Manuel Teixeira ( Tó Mané ), Artur Jorge Machado ( Titá ), Bernardo Flores, Bernardo Leal, Francisco Antunes ( Xico ), Luís Leitão, Marco Ribeiro, Miguel Bento, Paulo Gomes, Pedro Barros, Pedro Canedo, Ricardo Iglésias ( Rico ), Rui Freitas, Rui Alexandre Martins e Rui Tenreiro.
------
++++++
++++++
7a. JORNADA - 13NOV2004 - 15H00
Parque Desportivo das Salinas
Parque Desportivo das Salinas
Aldeia Nova - Perafita
MARECHAL GOMES DA COSTA - VARZIELA
MARECHAL GOMES DA COSTA - VARZIELA
Resultado Final : 3 - 1
------
Mais uma tarde em condições perfeitas para se jogar futebol, se bem que o estado do terreno, bastante duro e incerto, obstasse a uma prática mais correcta não ajudando no controlo da bola.
Arbitragem a condizer com o tempo, ou seja, clara, lúcida, sem ser exuberante, cumpriu ao melhor nível na análise às diferentes vertentes e solicitações do jogo.
O M.G.C. como tem vindo a ser seu apanágio nas últimas jornadas, entrou bem, sem qualquer tipo de receio do adversário, procurando o meio-campo contrário com bastante assiduidade e com vontade de o mais rápido possível chegar ao golo. Futebol alegre, solto, de bola no pé e saídas rápidas no intuito de surpeender o adversário. Por isso não estranhou que esse caudal viesse a dar os seus frutos: já depois de ter enviado uma bola ao poste, Rui Alexandre aproveitou bem uma jogada de envolvimento ao primeiro toque, apareceu nas costas da defesa e à entrada da área colocou com perfeição a bola rente ao poste esquerdo da baliza da equipa de Felgueiras iluminando o marcador. 1-0 portanto e logo aos 17 minutos. A equipa continuou sólida, com os sectores a jogarem muito juntos, de forma harmoniosa, e com um guarda-redes a inspirar confiança à equipa. O aparecimento do primeiro golo deu aquilo que faltava: mais segurança e vontade de continuar na procura de mais e melhor: e não tardou por isso o segundo golo, obtido de grande penalidade causada por um defesa que substituiu e de que maneira o guarda-redes defendendo na linha de golo com as mãos; o resultado não se fez esperar, cartão vermelho ao atleta em questão, bola na marca e uma vez mais Rui Alexandre a colocar a bola rasteira junto ao poste direito do desamparado guarda-redes do Varziela. Passamos a jogar contra dez mas verificamos que no desenrolar do jogo essa unidade a menos não se fez sentir na equipa de Felgueiras que empertigando-se começou a abeirar-se mais perigosamente da baliza do M.G.C. De qualquer forma isso não impedia que a nossa equipa fosse lançando os "raids" sobre a defesa contrária; e uma vez mais, Rui Alexandre teve o golo nos pés: à saída do meio-campo ganhou na luta directa a um defesa, esgueirou-se em direcção à baliza e à entrada da área pelo lado direito e na iminência da saída do guarda-redes, disparou com quanta força ainda tinha acertando ingloriamente no poste contrário, gorando-se aqui a hipótese de "hat-trick" que por mais algumas vezes esteve à bica. O Varziela não se intimidou e continuou a procurar o golo; numa dessas investidas não espantou que tivesse chegado ao golo aos 40 minutos na conclusão de um lance de bola parada: pontapé de canto apontado para o segundo poste, falha de marcação ao central adversário que tinha subido à área e bola no fundo da baliza da nossa equipa. Entretanto o intervalo chegou com o resultado em 2-1, talvez escasso para aquilo que aconteceu em campo.
Na segunda metade, as equipas entraram com a mesma vontade com que o tinham feito no primeiro tempo; de jogar bom futebol e de marcar golos. Pena foi que a realização fosse tão escassa em relação a tanta produção. O M.G.C. continuou a ser a equipa mais ameaçadora muito embora e como atrás ficou dito, o Varziela nunca se tenha entregado mesmo com uma unidade a menos. E aos 62 minutos, numa combinação exemplar, Titá que entretanto tinha substituído Tenreiro, e já dentro da grande-área dá de bandeja para a marca de grande penalidade onde Rico encostou para a baliza fazendo o terceiro golo. Não se ficaram por aqui as oportunidades de mexer no marcador. Até final quer Rui Alexandre, quer André, quer Titá poderiam ter dilatado o "score" se bem que ao ser moralizador para a nossa equipa seria exageradamente injusto para o Varziela que à passagem dos 80 minutos lançou um petardo a 40 metros da baliza que só parou no poste esquerdo do atónito Afonso surpreendido por tamanha "bomba". Sorte que do poste seguiu para fora; foi o momento de infelicidade da equipa forasteira ou o nosso momento de felicidade.
E assim se chegou ao fim do tempo regulamentar com o resultado em 3-1.
Devemos porque é justo realçar a qualidade da equipa de Felgueiras: muito forte fisicamente, muito rápida quer a pensar quer a agir, futebol rectilíneo de bom recorte e que nos parece ter gente de muito boa qualidade capaz de fazer um campeonato muito tranquilo e sempre acima dos lugares da aflição. O tempo o dirá ...
A equipa alinhou: Afonso Cabral(3); Carvalho(3), Barros(3), Bernardo(4) e Flores(3); Marco(3), Paulo(3), Rico(3) e André(3); Rui(4) e Tenreiro(3).
Substituições: Tenreiro por Titá(3), Rui por Leitão(2) e André por Brito(1).
Suplentes não utilizados: Tó Mané, Bento, Freitas e Canedo.
Golos: Rui (2) e Rico.
Cartões vermelhos: Não houve.
------
++++++